quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Sacrificando algumas coisas


       Infelizmente, muitas vezes, a gente deixa de aproveitar o que a natureza tem de melhor, como um pôr-do-sol, por exemplo, ou até mesmo uma simples ida a um parque, devido à falta de tempo e à existência/dependência da tal da tecnologia, a fim de alcançar o protagonista que move o mundo: o dinheiro. Desde pequena temos aquela visão e somos doutrinados a estudar, estudar e estudar para sermos alguém na vida um dia, conseguirmos um emprego bom e blábláblá, mas se formos analisar o que ronda isso, chegamos no mesmo lugar: o capitalismo. Isso me atucana, pois sempre tive aquela preocupação e determinação de construir a minha vida e ser independente seja qual for o sentido. E, para isso, tive e tenho que sacrificar algumas coisas que dinheiro nenhum compra, que não tem preço. As coisas mais simples, as coisas mais maravilhosas e mais espetaculares que existem, as quais não tem limite de acesso e não possui nenhuma restrição para ser admirada, cuja denominação é 'Natureza', eu já não consigo usufruir como gostaria. É... ela está ali fora, ali, pertinho, em todos os lugares e para todos... e, sinceramente, queria eu poder aproveitá-la mais enquanto ainda ela se faz presente; enquanto ela ainda consegue se manter. É...  filosofei, mas é a minha realidade!

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Te colher aí e te acolher aqui


        Sabe o que eu queria mesmo? Poder te ligar e dizer o quanto eu andei pensando em ti, o quanto andei lembrando os nossos ótimos e oportunos momentos que tivemos. Queria tanto te dizer que gostaria muito que tu estivesses aqui comigo, do meu lado, na minha frente... Seja para tocar uma música pra mim, seja para apenas trocar olhares, seja para me abraçar, me confortar, enfim, seja para apenas ESTAR AQUI COMIGO. Sabe o que eu queria também? Poder te ligar e, sem vergonha e orgulho nenhum, dizer que passei a te admirar e almejar o teu sorriso, que passei a te querer cada vez mais e que passei a ter constantes vontades de te colher aí e te acolher aqui. Além disso, passei a querer te cuidar, mesmo que tu já sejas totalmente independente, e a querer te descobrir um pouco mais a cada dia. Passei a admirar esse teu jeito, esse teu alto astral e essa forma com que tu leva as coisas e a vida, sempre assim: “de boa”. Confessar, também, que sinto vontade de fazer parte do teu dia-a-dia, de me perder no teu olhar e no teu sorriso e, simplesmente, de não ter anseio de nada ao teu lado. Na real, é encantador tudo isso! No entanto, passa a ser assustador também, pois deixei chegar a ESSE ponto e talvez isso não chegue a lugar nenhum. Enfim, queria tanto que tu soubesse disso, um dia, talvez. Mas aí eu me pergunto: “why?”