domingo, 17 de fevereiro de 2013

Sede!


Há dias, diria há meses, tento entender o motivo pelo qual a minha impaciência para algumas coisas está se tornando tão grande. É uma impaciência que mais me parece uma ansiedade, uma vontade e um desejo de ser independente do tempo e de qualquer coisa ou pessoa que tente me frear. Não sei, estou com sede da vida eu acho. Uma sede que se torna a cada dia maior. Estou querendo, lutando e, até diria, sacrificando algumas coisas para eu alcançar o que quero. Aliás, estou alcançando aos poucos, mas não queria precisar acreditar e falar que isso só vai acontecer por completo ‘com o tempo’. Não tenho paciência para esperar e quero tudo pra ontem. E olha que já me falaram que isso é algo que eu preciso mudar; cuidar com essa ânsia toda e viver cada coisa ao seu tempo. Mas sabe, nasci já querendo adiantar as coisas... não aguentei esperar mais 2 meses dentro da barriga da minha mãe e por ventura resolvi nascer aos 7 meses. É, José, essa fórmula de juntar o perfil de uma aquariana com a minha vida pessoal, só poderia resultar nisso. O problema é aprender a lidar com isso, e sem precisar passar por momentos de insegurança. Definitivamente, estou querendo aprender! Se é que tem como, né.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Mudar?

     A tarefa de se adaptar ao novo nos parece tão difícil em certas ocasiões. Grande parte disso ocorre pelo fato de já termos uma resistência instalada em nós, a qual, muitas vezes, também nos norteia e nos serve como base para muitas de nossas decisões. No entanto, chega uma hora em que a necessidade de haver mudanças e reorganizações bate na porta e nos deixa sem atitudes para impedir que ela entre e faça parte da nossa vida.
       Algumas dessas mudanças a gente faz por necessidade, outras por opção. Algumas tendem a ser mais impactantes, enquanto que outras despercebidas. Mas mesmo assim, não deixam de ser m-u-d-a-n-ç-a-s. O bom mesmo seria se pudéssemos aderir a elas sempre, a qualquer hora e em qualquer lugar que desejássemos, sem termos a necessidade de pensar no que isso impactaria. Mas talvez isso teria um seria sinônimo de inconseqüência. Na verdade, não são todos que pensam assim né, pois há pessoas que simplesmente AGEM e não se importam com o que pode resultar posteriormente. E mesmo eu sendo bastante racional (às vezes gostaria de ser menos), particularmente, tenho um certo apreço a essas pessoas que possuem essa coragem de simplesmente FAZER.
      Mas eu lhes pergunto: como podemos identificar a melhor hora de mudarmos? Talvez não haja uma hora certa para que as mudanças ocorram, mas sim, talvez exista uma hora propícia ou com maior potencial de aceitação, que é justamente aquela em que paramos para pensar sobre o que já temos e sobre o que gostaríamos de ter. Ou quando, simplesmente, identificamos e imaginamos o que poderíamos viver de diferente em nossas vidas. Sei que escrever um texto, escolher as palavras adequadas e dar um sentido a ele é uma tarefa bem mais fácil do que isso tudo que acabei de dissertar. Mas se eu for pensar no ciclo da mudança que eu mesma citei aqui, posso dizer que estou mais ou menos colocando-o em prática: analisei a minha situação atual, escolhi e planejei o que eu desejo para o meu ano, e agi por meio de uma transcrição. Sim, as mudanças, na minha opinião, já começam por aí, mesmo que de uma forma verbal.
       Enfim, há tantas coisas que eu gostaria que mudassem. E não digo apenas pensando em mim, mas sim, na sociedade em geral; no mundo, na verdade. Mas nessas ocasiões, por exemplo, a resistência tende a ser ainda maior, devido à tudo o que está envolvido e à cultura já existente e impregnada nos lugares. Mudar uma cultura ou um hábito, seja ele qual for, é sempre um desafio e requere bastante tempo até se concretizar ou se dar um inicio de fato. Às vezes a paciência precisa, mais do que nunca, ser a principal aliada do momento, enquanto que a ansiedade, na maioria das vezes, precisar ser a excluída. Mudar definitivamente não é uma tarefa fácil e requer determinação, fora que quando mudamos algo as contestações e as críticas também aparecem, mas estamos todos propícios, não é mesmo? 
        E como diria o líder, Dalai Lama: “Seja a mudança que você quer ver no mundo.”

domingo, 13 de janeiro de 2013

That sucks of saying bye!


The time to say goodbye is the same sucks (sorry about the word) wherever you are. And now arrived my turn to do that, sucks!

I think most of the people think that if you are traveling you are not doing anything else than just having fun and doing what you are not used to do in your own country. Sometimes we think that traveling abroad is just “GO” and everything is going to be all right as you have planned. But no, sometimes the plan decides to change at the last moment and you have just to face it and try to deal with that as you already knew it would happen.  This kind of situation make you think about crying, giving up and going back to your home. Yeah, but what can you do when you have no choice left?

Actually I have too much to say, but I promise I’ll try to be objective. A good question would be: how to summarize in a few words or in a few sentences everything I had to face and deal over here? Anywaaay… hearing French all the time and no understanding anything, looking and talking to the homeless (here you can see it in each corner you walk) and appreciating their education and their intelligence (at least they know how to speak two different languages), dealing with the changes of the weather all the time and having to walk with your wet boots during the whole day, meeting and looking at a lot of different, weird and crazy people from all around the world while crossing the streets, walking more than 5 km per day trying to save money and getting the wrong way of home at 4 AM when you just would like to arrive there as fast as you could, living some ‘indiadas’ (not planed) and just laughing about that after the panic… it something that happens when you are far away by yourself, you know.

Brazilians, Turks, Australians, New Zealands, Arabians, Mexicans, Koreans, Spanish… people all around the world passing and living by the same situation than you and trying to share something about their own country as much as they can is something indescribable that I used to face every single day. How can someone not enjoy that?

But do you know what? As I already told some people before, spending sometime abroad made me love my country. Ok that when you are in another country everything seems like to be better than yours, everything seems like to work and to be ‘in the line’ while yours is not like that, but by the time you notice that you real place and the place you would like to live for the rest of your life is Brazil (in my case). More than that: I started to think that I’m really proud of living at Rio Grande do Sul. Not saying that the others Brazilians are not cool, that the others states are not a good place… I just meant that I’m proud of being recognize that I AM GAÚCHA!

Lastly, I prefer to say see you Canadá or see you world, instead of saying goodbye. And for everyone who I had the pleasure to meet: THANK YOU VERY MUCH! See ya somewhere, sometime... 

IT IS WHAT IT IS! Valeu!