quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Complicado (! ? .)

   Tá! Vou escrever e relatar o que eu realmente to sentindo agora. Amanhã pode ser que seja tudo diferente, e que eu veja e perceba outra realidade. Porém, algo me diz que preciso registrar isso hoje, independente da repercussão que vai ter tanto para mim quanto para quem ler e o chapéu servir.
  Equivocada estaria se eu dissesse que sou não sou uma pessoa (muito) curiosa. Aliás, quem aqui não é curioso né? A diferença é que uns demonstram, buscam e se aprofundam mais do que outros em determinadas assuntos devido aos seus interesses distintos. Até aí tudo bem? Não! Eis aí o martírio: QUERER SABER das coisas que, se não foram ditas, se não foram explícitas e se não estão amostra e ao nosso alcance, talvez são coisas que não éramos para saber! Certo? Controlar essa façanha e essa angústia de querer saber de tudo a respeito de determinado assunto é um problemão. Sim, um baita problemão! E afirmo isso baseando-se no meu caso.
  É complicado. Simplesmente, ou melhor, fazendo juz a palavra: “COMPLEXAMENTE” complicado! E sabe o porquê de ser assim? Porque quando deparamos com a realidade e visualizamos as respostas de nossas perguntas e de nossas curiosidades, muitas vezes encontramos algo que não gostaríamos de encontrar. Nos deparamos com uma realidade que não era aquela que imaginávamos. Nos damos conta de que nossa imaginação é muito poderosa, assim como muitos sábios já mencionaram no passado. Porém, neste caso, a nossa imaginação é tão poderosa que acaba nos trazendo e nos fazendo criar um mundo de sonhos; um mundo em que moldamos as coisas de acordo como gostaríamos que fosse e que, na verdade, não passa de um mundo desejável pela nossa mente.
   Enxergar as coisas como elas realmente são é o nosso dilema. Muitas vezes sabemos da possibilidade de aquilo ser diferente, mas continuamos querendo esconder a verdade dos nossos olhos. Aí o sentido daquele famoso ditado: “O que os olhos não vêem o coração não sente.” No fundo, o coração sente sim! No fundo, ele sempre sabe das coisas, mas o nosso consciente não nos permite atendê-lo de prontidão! O nosso consciente nos faz pensar, nos faz imaginar, nos faz acalmar, e, muitas vezes, nos faz perder. É, nos faz perder por pensar demais!
  Enfim. Ser curiosa (dessa maneira) nem sempre é algo benéfico. E o pior de tudo é que não adianta tu querer se esquivar, tentar mudar e dizer que não vai mais procurar coisas que diz respeito a tal, pois é aí mesmo que tu tende a se prender e buscar mais informações sobre aquilo que te consome.


“ Nem tudo é como você quer
Nem tudo pode ser perfeito
Pode ser fácil se você
Ver o mundo de outro jeito
Se o que é errado ficou certo
As coisas são como elas são ”


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