Sempre há aquelas pessoas que mencionam a frase: “Quem vive de passado é museu”. Nunca enquadrei nenhuma situação com ela, inclusive quando mencionavam isso contra o meu próprio time, o Grêmio. Sempre contestei e defendi que era um equívoco mencioná-la. Hoje, AGORA, numa situação bem diferente e longe da futebolística, defendo-a. Não contesto, pois vejo que tenho e levo um grande museu na minha cabeça. Trago e guardo momentos em que eu continuo pensando, lembrando e revivendo o passado em busca de alguma resposta que ficou no ar. Um museu de lembranças que não me deixa esquecer, que não me deixa ‘livre’ e que não me deixa virar a página. Algo que veio de uma forma inesperada, brotou em mim e, consequentemente, cresceu mais do que eu esperava. Inédito. Algo que eu nunca senti antes por alguém e que, inclusive, não sei dizer e definir o que é. Louco, talvez.
Mas a questão é: e se tivesse sido diferente? e se eu tivesse me entregado ou demonstrado tudo o que eu realmente sentia? Pois é... agora é passado, não é?! Não adianta eu ficar me perguntando e tentando encontrar alguma justificativa para isso. Foi assim que aconteceu e foi assim que tudo se desenrolou; logo, devo pensar que ERA PARA SER ASSIM. Enfim, é uma pena que eu tenha deixado isso passar pelas minhas mãos. É uma pena que eu tenha acordado tarde e/ou na hora errada. É uma pena que a pessoa não tenha entendido e não tenha aguardado o tempo como deveria ter aguardado. Sinceramente, é uma pena que tenha que ser assim! Agora o melhor que tenho a fazer é fechar as portas desse museu e abrir, quem sabe, uma nova casinha. Difícil, mas não impossível.
Não ia rolar
Já tivemos tantas chances
Mas ninguém quis se entregar
Já tivemos tantas chances
Mas ninguém quis se entregar
Não era pra ser, não, não, não
Não ia dar certo
A distância vai dizer
Se é melhor eu ficar longe ou perto."
Não ia dar certo
A distância vai dizer
Se é melhor eu ficar longe ou perto."
Nenhum comentário:
Postar um comentário